domingo, 18 de setembro de 2011

Um pouco romântico demais não?!


Parece engraçado o quanto nós sentimos falta de alguém.
Não precisa necessariamente ser um namorado (a), mas alguém que te faça companhia. A idéia na verdade é estar com alguém que se quer muito.
Algumas coisas nos levam a ter cada vez mais vontades e desejos, por exemplo: vídeos e músicas. Existe sempre uma historia envolvente entre personagens que sempre está cheio de pontos e vírgulas entupidos de amor e ai quando acordamos para realidade essas coisas que simplesmente não fazem parte do nosso dia a dia nos geram desapontamentos e frustrações.
Isso pode acontecer com você pelo fato de que você é uma pessoa romântica.
Uma pessoa romântica não necessariamente é aquela que sempre quer comprar flores, comprar chocolates, escrever poemas, mas é aquela que idealiza demais, lembrando que: não estou falando em apenas idealizar, mas sim uma idealização exacerbada.
Tudo começa quando ele tem impulsos e incentivos muitas vezes vindo de programas de televisão, ou, filmes e etc. O romântico começa a transferir isso para a vida e o cotidiano e então cria expectativas e que inúmeras vezes não são correspondidas. Apesar de isso acontecer com todas as pessoas, com o romântico isso se torna mais visceral, mais freqüente e mais profundo. O romântico tem o dom de transferir isso para qualquer parte de sua vida, não somente amorosa como muitos estão pensando.
Por conta disso muitas vezes não entendemos o porquê fazemos certas pessoas tristes, ou magoamos outras com certa facilidade. Tudo, é claro, tem dois lados!
Dicas “below”…
Primeiro: O romântico não deve usar seu jeito como desculpa, ele deve achar um meio para que haja convivência com todas as pessoas se for assim sua vontade e diminuir a intensidade com ajuda terapêutica se necessário. Vale lembrar que isso pode se tornar doença.
Segundo: Quem não é romântico deve entender o lado de quem é também e “pegar leve” em certos pontos.
Bom domingo readers.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"Super Trouper lights are gonna find me"


Eu acredito que cada vida seja um show particular, sendo você mesmo o grande artista.
O holofote da vida está sobre você e somente Deus é quem decide apagá-lo, apesar de algumas pessoas apagarem tão cedo suas luzes.
Mas o que mais me impressiona não é o final de luzes precocemente, mas sim aquele que eu chamo de “Ladrão de Holofotes”. Quem seria este criminoso? Você conhece, ou, já conheceu aquela pessoa lindinha que você conta seus causos, seu dia mas no final de cada história ela rouba a cena? Não entendeu? Kio explica:
A – “Oi B, você não sabe! Eu tirei 5 na prova e estou muito triste”
B – “Ai eu sei como é tirar 5, uma vez eu tirei e nossa não me recuperei, fiz tratamento, conversei com minha mãe, nossa minha vida foi difícil.”
A – “Ah tá. Você não sabe também o C me chamou pra ir no cinema”
B – “Já fui chamado também pra sair com o C. Nossa é muito legal, ele é bem divertido, faz piadas, mas é meio galinha, mente um pouco, ainda sim me fez bem, passei momentos ótimos com ele”
A – “Comprei um Notebook!”
B – “Eu já tive um também, que era da marca X e ele piscava no escuro, mas ai eu preferi um mais simples, por que gasta menos bateria”

Não se preocupe! Se você não entendeu eu explico. O “ladrão de holofotes” redireciona a conversa e o foco que seriam seus e volta-os para ele. “Ué?! Mas para mim parece um dialogo comum.”. Eu não diria isso, pois a frequência desse redirecionamento aumenta. “Mas por quê ele faz isso?”. Pelo simples fato de que o “LDH” possui auto-estima baixa e quando se sente intimidado por outro alguém ele tem que ser superior e se tornar o centro das atenções e muitas vezes ele acaba criando histórias fortes e emocionantes, principalmente se ele for impulsionado por tendências Histriônicas. Não que ele seja ruim, ou alguém que não devemos dar valor. Mas são defesas psicológicas que o indivíduo cria para não ser diminuído perante outros e assim "criar" uma estima, o que na verdade cria uma falsa sensação dela. Portanto, cria-se um vicio que sempre se repete até que de fato o "LdH" consiga reconhecer e mudar esses aspectos e atitudes.
OMG! O que fazer? IGNORAR.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Não existe vampiro dirigindo um volvo!

Hoje me deparei com um coisa bem interessante!
Estava lendo uma pagina na Internet sobre relacionamentos. O que chamou atenção foi o fato de que o escritor apontou coisas interessantes e uma delas é de que nós passamos nossas vidas sendo influenciados pela sociedade e pelas pessoas ao nosso redor de que para termos um relacionamento grande e duradouro devemos lutar para conquistar as pessoas, devemos insistir, e que para dar certo deve haver suor e um grande drama e se a pessoa logo retribuir o cortejo ela não é uma pessoa de valor ou ela é "fácil".
Realmente me deparei com isso e acreditava piamente nesses "fatos" mas ao ler percebi que nem sempre e poquissimas vezes é assim. Nós procuramos um grande amor de "filme", "série" e "música", e ele pode até existir, mas ele vem com o tempo como já disse no post anterior. Nós esperamos muito no começo e isso pode até ser prejudicial para uma futura relação.
Muitas pessoas lutam por um relacionamento somente pelo fato da luta, somente pela presença da dificuldade, e após conseguir desistem da relação, descartam a pessoa.

Outros insistem em quem as despreza, muitas vezes por desvios psicológicos e vícios, e isso não é saudável, principalmente por que outras pessoas nem estão de fato a fim de ter algo, ou de ter algo com aquela determinada pessoa.
O fato é que muitas pessoas "fáceis" na verdade revelariam relacionamentos duradouros e estáveis, mas as vezes são desprezadas por conta de nosso preconceito. É bem aquele ditado :"vem fácil, vai fácil".
Outro fato, nós nos fazemos de "difíceis" para mostrar que precisamos ser conquistados, mas isso afasta possíveis otimos relacionamentos pois as pessoas não estão a nossa mercê, mas elas querem compartilhar momentos conosco e se nos fecharmos, elas não tem a chave para abrir.
Os relacionamentos deveriam ser simples, mas queremos sempre por a pitadinha de difícil, e isso vemos desde sempre em nossas vidas, desde aquela questão que o professor colocou por que ele nunca faria algo fácil até um relacionamento maravilhoso que veio rápido então não dura!
Isso só piora se você é extremamente romântico. Por que aí você idealiza de mais e espera demais , portanto, mais chances de se frustrar. Se você e romântico passivo, piorou. Por que além de esperar, nem nada você faz por que acha que não deve fazer e sim quem tem que ser conquistado e se a pessoa não conquista, a tendência é achar que ela não te merecia. Meio egocêntrico isso não?!
Nossos olhos e nossas cabeças são muito condicionadas ao "não mudar", mas ... vamos mudar isso?! risos

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Vicio

Boa segunda my readers,
Hoje vamos falar do vicio!
Não é exatamente sobre drogas químicas, mas venho falar da droga do amor, ou o que nós chamamos por amor.
Eu acredito que a paixão seja extremamente devastadora e ela cria certas dependências que nos deixam de certa forma cegos. "ah mas dizem que o amor é cego". Para alguns pode até ser, mas para mim o amor vai além de paixão, pode ser o inicio, mas a paixão é como  fogo em palha, as vezes se torna uma chama enorme, mas uma hora vai acabar. E é isso que nos torna viciados. Essa chama vem forte muitas vezes e começa a arder, e a sensação é muito boa, mas quando ela desaparece a nossa tendência é querê-la, e ai que começa tudo. Ao invés de enxergarmos que a chama pode ocorrer com qualquer outra pessoa, nos pensamos que na verdade só aquele (a) que trouxe a chama, é o único "todo poderoso senhor da chama da paixão". Ai começa nossa dependência, e os sintomas são básicos: esperar o telefone com uma sms, uma ligação, uma mensagem no facebook, um e-mail, uma chamada no msn, e quando isso não acontece começam os pensamentos de que você não é mais querido e nem desejado. As vezes a dosagem da droga é tão forte que a pessoa acredita estar se drogando há um ano e começam cobranças que não há o por que de existirem. Quando chegamos no ponto médio da dependência é no momento em que começam as desconfianças. Você acha que ele (a) está saindo com outro (a), que está te evitando, e neste ponto já começa a ser critico, mas pode ser evitado ainda.
O ponto final é quando você começa a fazer tudo pra chamar a atenção e expor a outra pessoa. Você acaba encarando como o criminoso, o mal. A pessoa obviamente se sente mal e termina tudo!
Depois você sente que perdeu alguém que realmente amava. Ai onde entra a primeira controversa do que eu acho. Amor é pra mim uma construção de vários sentimentos e ações. Respeito e confiabilidade são dois itens BÁSICOS! Quando se está drogado pela paixão não se consegue ver que muitas vezes você está invadindo o espaço do outro. A paixão não necessariamente dura 1 mês, 1 ano, pode durar muito tempo, mas se não houver amor, deverás acabará.
O amor nos permite ver tudo, e é justamente o amor que nos faz RELEVAR e não IGNORAR os defeitos dos outros.
Resolvi colocar isso ´por que na minha concepção as pessoas têm confundido AMOR com PAIXÃO.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Eu tenho um nome ...

Boa terça a todos!
Estou distribuindo felicidade e positividade hoje hahahaha.
Comecei muito bem esta terça, alias, comecei muito bem a semana. Deus tem estado comigo.
Hoje decidi explicar, mais uma vez, o por que do nome, mas pensando nisso eu resolvi nortear diferentemente o nome. O nome basicamente não iria significar nada, apenas seria um nome, mas devido a alguns factores decidi colocar o real por que.
Hoje o que mais nós temos dificuldades em perder fisicamente é a nossa querida barriguinha. Alguns levam tempo para perceber que a barriga não é ruim apenas para a estética, mas ela é ruim quando falamos em saúde.
E depois de perceber que a barriga tem que sumir, leva-se muito tempo para que ela fique do jeito que nós queremos.
O mesmo acontece com o nosso comportamento.
Antes de tudo vamos separar personalidade de comportamento.
A personalidade são nossas caracteristicas psicológicas, ela que vai ditar como nós vamos reagir a determinadas situações. Quem é irritadinho como eu ;), vai morrer irritadinho.
Então não há salvação!!!!
Há sim, calma lá leitor. A personalidade não vamos mudar de fato, mas o comportamento é sim mutável!
Usemos o meu exemplo: Eu vou receber tudo que me incomoda de uma maneira irritada, porém eu posso manejar para que a minha atitude não seja tão explosiva e assim consigo evitar possíveis problemas.
Ah tudo resolvido e fácil! Não! Existe todo um trabalho para isso, assim como treinamos duramente para perder a barriga, temos que trabalhar duramente para que o comportamento seja mais controlável.
Lembre-se, eu sempre serei irritadinho, mas a maneira como eu reajo, essa sim, pode ser mudada.
Lembre-se 2, isso não é deixar de ser quem eu sou.

Dedico a Fernanda Alpes

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Father's Day

Boa noite "NO READERS" rsrsr,

Eu reparei que ultimamente muitas mulheres tem reclamado de homens, alunas reclamando de maridos e pais, de que na verdade a mãe é tudo na vida e etc.
Preicso dizer que em boa parte isso é bem verdade, acho que as mãe são realmente seres dotados que conseguem façanhas inexplicáveis pelo amor aos filhos.
Usando de algumas palavras que minha leitora "Patrician" deixou, "toda regra tem exceção" (embora para mim nem todas), uso essas palavras para defender meu pai e o homem que ele é.

Acho que os pais são uma dupla dinâmica que cuida para que os filhos cresçam e amor, e não sigam caminhos tortos e errados. A mãe passa o maior tempo dela em casa, isso nos moldes antigos, enquanto o pai trabalha e sustenta. Passamos por décadas do machisto em que o homem era o todo poderoso, e a mulher simplesmente nada. Hoje eu vejo uma inversão de posições. No entando o ponto que quero chegar é que meu pai foi o meu pai e a minha mãe na minha criação. Meu pai me conhece simplesmente pelo falar, sabe como estão as minhas emoções ... e passar o dia dos pais em casa sem poder falar com ele "face to face" me fez muito mal, e percebi o quanto sinto falta do meu melhor amigo, daquele que posso falar de tudo que não me julgará, daquele que me dá uma disciplina, mas depois me dá carinho.
Por isso ...um pedido meu é que, antes de entrar pra uma bandeira social, lembrê-se de quem sãos seus pais, amigos, parentes, professores, colegas ... ser contra algo pode ser que você seja contra alguém que ama profundamente.

sábado, 13 de agosto de 2011

To be or not to be?

Que pergunta mais dificil de se responder. Ela na verdade torna-se cada vez mais próxima do nosso cotidiano.
Ela engloba tantas coisas mas o que eu estava conversando ontem com minha terapeuta é que mutias vezes nós confundimos a mudança de comportamento com mudança de personalidade. A mudança de comportamento está relacionada a ter mais empatia e filtrar tipos de comentários, atitudes que você deve ter em relação aos outros, pois isso gera respeito.
Acho que ninguém deve deixar de ser o que é, ou quem é, mas me recuso a acreditar que não possam haver mudanças comportamentais. É fácil dizer que assim você nasceu e assim você vai morrer sem nem ao menos tentar ser alguém melhor. Se conformar de que você afastará pessoas, que você aproximará inimigos e nada pode ser feito para mudar é burrice em minha opinião.
"É fácil falar mas fazer ...". Concordo, mas se e partisse desse pressuposto hoje não estaria na busca de ser uma pessoa melhor, e ser uma pessoa melhor é ter uma vida psicologicamente saudável, saber quais são seus limites, seus defeitos e suas qualidades, saber esperar mudanças.
O primeiro "mandamento" de mudanças para mim seria: Se você acha que as pessoas não mudam, tão logo você também não muda, se torna estático e portanto ... chato!
Eu acho que precisava deixar algumas coisas claras para todos os meus amigos, circulos de amizade, conhecidos e etc. Minha chefe diz que precisamos deixar claro os nossos limites pois as pessoas têm a tendência a cruzar esses limites, não que seja culpa de alguém, mas isso é algo natural, tão natural quando projetar seus defeitos e desejos nos outros.