quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Falo ou não falo? Ligo ou não Ligo?


Eu fico pensando quais são os motivos que levam as pessoas a terem medo de expor alguns pensamentos e algumas vontades.
 
Eu falo isso por que hoje eu consigo perceber que elas escondem e têm medo de falar, talvez possa ser uma questão de conservadorismo, mas muitas delas, eu percebo que é medo, insegurança
Como lidar?

Na verdade a insegurança deve ser vencida pela própria pessoa. Ela pode receber algumas influencias, mas no final de tudo, ela deve chegar a conclusão ou não, caso isso não aconteça ela dependera das pessoas para tudo e não conseguira viver sozinha casos que ela precisa tomar decisões sem consulta.

A insegurança nunca é 100% vencida ou zerada, mas aprendemos a lidar com ela, por que o medo da rejeição e da insatisfação pode ser enorme, mas eles devem acontecer. Isso faz parte do amadurecimento, as idéias se tornam mais claras a medida que enfrentamos esses medos. Os medos podem ser qualquer coisa.
Lembre-se que sofrimento é diferente pra cada um, portanto, não só o sofrimento mas o que nós achamos de relevante é diferente também. Nada é fútil, mas quando entra o seu conhecimento de mundo, alguma coisa pode se tornar.

Algumas perguntas podem te guiar, mas elas só vão te guiar se você tiver uma facilidade pra perceber o seu medo:
1 – Qual é o seu medo?
2 – O que esse medo te impede de fazer?
3 – De onde você acha que ele veio?
4 – Por que você acha que é um problema?
5 – Que estratégias você pode usar pra vencer?
Se você não souber identificar os medos, fale comigo que a nós tentamos achar.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

When I Grow Up

Durante a nossa vida passamos por mudanças, somos influenciados, conhecemos pessoas, conhecemos lugares, lemos livros, convivemos com família, vamos à escola, saímos à noite, e isso vai moldando cada vez mais nossa história e nossos caminhos.

Esse percurso é o que vai moldando o nosso comportamento e personalidade. Nossa personalidade é formada, segundo estudiosos, até os sete anos de idade. A criança pode ser moldada até os sete, significa que mesmo que aos dois ela tenha atitudes de birra, ela ainda pode ser “corrigida”. Após este período não se pode mudar uma personalidade, mas, como o ser humano não foi feito para ser alguém estático, sem movimentos, e ele vive em sociedade, o homem pode se desenvolver e evoluir ao passar do tempo. Parece bobagem e texto repetido, mas hoje quando você pensa sobre os amores que teve aos seus 15 anos muitas vezes se julga imaturo e bobo, no entanto para aquela época tudo fazia sentido. O ponto que quero atingir é que ao longo da vida nos crescemos, mudamos de pensamento, mudamos o nosso comportamento e isso de longe é mudar sua personalidade. Para se conviver com outras pessoas às vezes é necessário ceder, não significar se humilhar, deixar de ser quem você é, mostrar que você é fraco, mesmo por que quem sempre se mostra forte nada mais é do que uma mascara que aos poucos cai, mas ceder significar ter empatia e saber conviver. Conviver implica em muitas vezes relevar fatos, tomar cuidados, não somos iguais e para ser aceito você também deve aceitar os defeitos e jeito do próximo, não adianta querer que o mundo te aceite se você não se dá ao trabalho de entender o próximo. Isso se chama egocentrismo. E quando se chegam a certos limites as pessoas não tem mais relacionamentos profundos, apenas superficiais. Muitos casamentos estão assim hoje, ninguém quer ceder uma vez, ninguém quer entender o outro por que o outro precisa te entender e te amar e pronto e eu não preciso fazer nada. Isso nada mais é do que EGOISMO. Rever conceitos, rever comportamento faz parte do amadurecimento, faz parte de você crescer e se tornar alguém mais sensato, mais empático e menos egoísta. A criança aos quatro anos de idade não consegue partilhar brinquedos pois, acha que é tudo dela, mas isso é uma fase, isso passa se os pais, professores, e familiares ensinarem a criança de que ela deve partilhar.Portanto não significa que a criança não é aceita.

Usar frases prontas nada mais é do que ser estático, e não querer evoluir se tornar alguém mais compreensivo, e hoje pode não fazer mal, mas uma hora as pessoas se afastam de você, ou as que estão próximas não terão relacionamentos realmente íntimos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mais Sindrome

É hoje vamos tratar de uma síndrome. A síndrome do “ele que tem que correr”.
Não vamos falar de maratona não, mas acho interessante falar desse termo “correr atrás”. Algumas pessoas levam em si muitos machucados de outros relacionamentos que não deram certo, coisas que ficaram marcadas e tem criado traumas que atrapalham um próximo relacionamento.
Por algum motivo quando há o interesse em alguma pessoa, elas começam a ir atrás, ligar, mandar sms, puxar conversa, mostrar que está interessado (a), e ai começam a se relacionar e esse “correr atrás” continua de forma saudável da forma de deve ser. Algum tempo se passa e algumas coisas começam a mudar. E uma das pessoas perde o interesse e, ou, se interessa por outra, o que é particularmente normal, afinal estamos vivendo em um mundo e uma sociedade dinâmica. Parece um pensamento frio, mas às vezes temos que ser. O ponto é: a pessoa que correu atrás vai se sentir extremamente usada. Isso se repetirá “serveral times” até que um belo dia, ela encontra alguém que pode fazer o mesmo que ela, ou seja, “correr atrás”. Caso resolvido, Eu vou dormir. Not! Agora o problema é outro, o fulano vai começar a achar que depois de ter levado tantas agora ele se pode dar ao luxo de nem se quer correr atrás e sim ser “perseguido”. A real é que muitas pessoas cansam de só fazer e acabam desistindo. O "rejeitado" para não se sentir o culpado usa a frase: “Ele (a) não era pra mim, se não ele (a) não teria desistido”. Oi Brasil isso não existe tá?! Vamos sair do conto de fadas e viver a vida real, se você quer que uma relação esteja saudável, o interesse e as ações devem partir de ambos, não importa quantas vezes você foi machucado, cada pessoa é diferente, não se podem tratar indivíduos por igual. Se você tem o interesse demonstre, vá atrás, não importa que você tenha sofrido as pessoas ainda não tem o poder de adivinhação, nem de ler mentes. Não haja como o “que corram atrás de mim”, isso cansa, pessoas cansam, e você acaba ficando sozinho e ai começa a bater a “deprê” você começa a se humilhar para outros (as) e ai sim você entra numa fria.

Demonstrar interesse não é se humilhar, encher o saco, ligar toda hora, mandar mensagens meigas sempre é deixar claro sobre o que você quer. Descubra o que ele (a) gosta ou não e assim vai construindo um relacionamento a dois e não a um!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

I do! Do I?


Estava refletindo sobre algumas coisas que ouço e vivencio e o que me “caught my eyes” é que talvez o conceito de namoro esteja um pouco distorcido.
O conceito de namorar é você estar junto à pessoa e saber que algumas coisas podem mudar, como por exemplo: sair mais com uma pessoa só, ficar mais tempo com esta pessoa, dar algumas satisfações (afinal é assim também que vai se criando confiança), ser honesto, sair apenas com seu companheiro.
Caso alguns dos exemplos acima não estejam sendo aplicados, a meu ver, você não tem bem um namoro.
É legal no começo estabelecer alguns parâmetros, esclarecer algumas idéias, nem sempre tudo está subentendido, mesmo por que nós nunca conhecemos 100% de quem nós estamos começando a nos relacionar. Se você não está no momento correto para se relacionar é bem interessante deixar o seu companheiro (a) bem ciente disso, afinal, ninguém consegue ler mentes ainda.
Se você não quer dar satisfação, não quer que as pessoas esperem mensagens de celular suas como resposta, acho que namorar não é a melhor opção pra você.
Namorar envolve companheirismo, respeito, honestidade, amor, paixão e muitas coisas mais. Satisfação é uma forma de demonstrar importancia e respeito. Não adianta achar que namorando você terá uma vida de solteiro, isso é enganação. Existe uma certa conquista no namoro, mas é algo bem gostoso e nada forçado.
Ter o STATUS de namorando é besteira isso nada mais é do que viver de aparencia e o que é pior é levar alguém junto usando os sentimentos para atingir a sua ambição. Namoro também não é sustentado só por palavras, mas de atitudes também.
Seja claro quanto as suas vontades e as suas limitações para que ninguém se perca nesse monte de coisas. As pessoas se envolvem e podem ser extremamente machucadas caso você não mostre os seus limites. Existe a possibilidade de você se machucar, mas também, existe a possibilidade de machucar seu companheiro (a).

domingo, 18 de setembro de 2011

Um pouco romântico demais não?!


Parece engraçado o quanto nós sentimos falta de alguém.
Não precisa necessariamente ser um namorado (a), mas alguém que te faça companhia. A idéia na verdade é estar com alguém que se quer muito.
Algumas coisas nos levam a ter cada vez mais vontades e desejos, por exemplo: vídeos e músicas. Existe sempre uma historia envolvente entre personagens que sempre está cheio de pontos e vírgulas entupidos de amor e ai quando acordamos para realidade essas coisas que simplesmente não fazem parte do nosso dia a dia nos geram desapontamentos e frustrações.
Isso pode acontecer com você pelo fato de que você é uma pessoa romântica.
Uma pessoa romântica não necessariamente é aquela que sempre quer comprar flores, comprar chocolates, escrever poemas, mas é aquela que idealiza demais, lembrando que: não estou falando em apenas idealizar, mas sim uma idealização exacerbada.
Tudo começa quando ele tem impulsos e incentivos muitas vezes vindo de programas de televisão, ou, filmes e etc. O romântico começa a transferir isso para a vida e o cotidiano e então cria expectativas e que inúmeras vezes não são correspondidas. Apesar de isso acontecer com todas as pessoas, com o romântico isso se torna mais visceral, mais freqüente e mais profundo. O romântico tem o dom de transferir isso para qualquer parte de sua vida, não somente amorosa como muitos estão pensando.
Por conta disso muitas vezes não entendemos o porquê fazemos certas pessoas tristes, ou magoamos outras com certa facilidade. Tudo, é claro, tem dois lados!
Dicas “below”…
Primeiro: O romântico não deve usar seu jeito como desculpa, ele deve achar um meio para que haja convivência com todas as pessoas se for assim sua vontade e diminuir a intensidade com ajuda terapêutica se necessário. Vale lembrar que isso pode se tornar doença.
Segundo: Quem não é romântico deve entender o lado de quem é também e “pegar leve” em certos pontos.
Bom domingo readers.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"Super Trouper lights are gonna find me"


Eu acredito que cada vida seja um show particular, sendo você mesmo o grande artista.
O holofote da vida está sobre você e somente Deus é quem decide apagá-lo, apesar de algumas pessoas apagarem tão cedo suas luzes.
Mas o que mais me impressiona não é o final de luzes precocemente, mas sim aquele que eu chamo de “Ladrão de Holofotes”. Quem seria este criminoso? Você conhece, ou, já conheceu aquela pessoa lindinha que você conta seus causos, seu dia mas no final de cada história ela rouba a cena? Não entendeu? Kio explica:
A – “Oi B, você não sabe! Eu tirei 5 na prova e estou muito triste”
B – “Ai eu sei como é tirar 5, uma vez eu tirei e nossa não me recuperei, fiz tratamento, conversei com minha mãe, nossa minha vida foi difícil.”
A – “Ah tá. Você não sabe também o C me chamou pra ir no cinema”
B – “Já fui chamado também pra sair com o C. Nossa é muito legal, ele é bem divertido, faz piadas, mas é meio galinha, mente um pouco, ainda sim me fez bem, passei momentos ótimos com ele”
A – “Comprei um Notebook!”
B – “Eu já tive um também, que era da marca X e ele piscava no escuro, mas ai eu preferi um mais simples, por que gasta menos bateria”

Não se preocupe! Se você não entendeu eu explico. O “ladrão de holofotes” redireciona a conversa e o foco que seriam seus e volta-os para ele. “Ué?! Mas para mim parece um dialogo comum.”. Eu não diria isso, pois a frequência desse redirecionamento aumenta. “Mas por quê ele faz isso?”. Pelo simples fato de que o “LDH” possui auto-estima baixa e quando se sente intimidado por outro alguém ele tem que ser superior e se tornar o centro das atenções e muitas vezes ele acaba criando histórias fortes e emocionantes, principalmente se ele for impulsionado por tendências Histriônicas. Não que ele seja ruim, ou alguém que não devemos dar valor. Mas são defesas psicológicas que o indivíduo cria para não ser diminuído perante outros e assim "criar" uma estima, o que na verdade cria uma falsa sensação dela. Portanto, cria-se um vicio que sempre se repete até que de fato o "LdH" consiga reconhecer e mudar esses aspectos e atitudes.
OMG! O que fazer? IGNORAR.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Não existe vampiro dirigindo um volvo!

Hoje me deparei com um coisa bem interessante!
Estava lendo uma pagina na Internet sobre relacionamentos. O que chamou atenção foi o fato de que o escritor apontou coisas interessantes e uma delas é de que nós passamos nossas vidas sendo influenciados pela sociedade e pelas pessoas ao nosso redor de que para termos um relacionamento grande e duradouro devemos lutar para conquistar as pessoas, devemos insistir, e que para dar certo deve haver suor e um grande drama e se a pessoa logo retribuir o cortejo ela não é uma pessoa de valor ou ela é "fácil".
Realmente me deparei com isso e acreditava piamente nesses "fatos" mas ao ler percebi que nem sempre e poquissimas vezes é assim. Nós procuramos um grande amor de "filme", "série" e "música", e ele pode até existir, mas ele vem com o tempo como já disse no post anterior. Nós esperamos muito no começo e isso pode até ser prejudicial para uma futura relação.
Muitas pessoas lutam por um relacionamento somente pelo fato da luta, somente pela presença da dificuldade, e após conseguir desistem da relação, descartam a pessoa.

Outros insistem em quem as despreza, muitas vezes por desvios psicológicos e vícios, e isso não é saudável, principalmente por que outras pessoas nem estão de fato a fim de ter algo, ou de ter algo com aquela determinada pessoa.
O fato é que muitas pessoas "fáceis" na verdade revelariam relacionamentos duradouros e estáveis, mas as vezes são desprezadas por conta de nosso preconceito. É bem aquele ditado :"vem fácil, vai fácil".
Outro fato, nós nos fazemos de "difíceis" para mostrar que precisamos ser conquistados, mas isso afasta possíveis otimos relacionamentos pois as pessoas não estão a nossa mercê, mas elas querem compartilhar momentos conosco e se nos fecharmos, elas não tem a chave para abrir.
Os relacionamentos deveriam ser simples, mas queremos sempre por a pitadinha de difícil, e isso vemos desde sempre em nossas vidas, desde aquela questão que o professor colocou por que ele nunca faria algo fácil até um relacionamento maravilhoso que veio rápido então não dura!
Isso só piora se você é extremamente romântico. Por que aí você idealiza de mais e espera demais , portanto, mais chances de se frustrar. Se você e romântico passivo, piorou. Por que além de esperar, nem nada você faz por que acha que não deve fazer e sim quem tem que ser conquistado e se a pessoa não conquista, a tendência é achar que ela não te merecia. Meio egocêntrico isso não?!
Nossos olhos e nossas cabeças são muito condicionadas ao "não mudar", mas ... vamos mudar isso?! risos